quinta-feira, 24 de maio de 2012
Novas aprendizagens
Hoje estou pensando em começar uma nova caminhada de formação, estou na fase final de conclusão, após banca, fazendo as retificações finais do TCC do Curso de Gestão Pública Municipal, assim após uma capacitação em TIC's, resolvi voltar ao blog e quem sabe me inscrever no Curso de Especialização em Mídias na Educação. Afinal tenho muita coisa a aprender nesta área para poder "incomodar" os meus professores. Vou pensar no assunto, depois de concluir o TCC.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Parabéns!
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| Pôster com o resumo do artigo. |
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| Admiramos nosso próprio trabalho e verificamos, sempre, algum "erro" depois da impressão. |
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| Olha o sucesso da Catarina respondendo, com naturalidade, aos questionamentos da avaliadora. |
domingo, 17 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Caixas, guardados...
Entro em uma loja a procura de objetos para compor uma imagem, uma imagem que possa falar de subjetividades, foco as caixas. Penso nas caixas em que colocamos nossos guardados reais: presentes recebidos, roupas especiais, joias; enfim diferentes relíquias pessoais que quando visualizamos, ao abrir estas caixas reais, nos defrontamos com as caixas subjetivas, aquelas que pertencem ao mundo das memórias. Em segundos viajamos no tempo, revivendo momentos de imensas alegrias, sentimos o perfume dos outros que fizeram parte destes momentos. Assim, ao construir nossa “obra de arte” a fazemos como uma forma viva, imersa num campo de força e energia que pertencem à vida, que alimenta a alma. Nossos objetos, nossas roupas, enfim nosso corpo revela o interior oculto, os valores que cultivamos e os desejos que alimentamos, bem como aos rituais da vida que reproduzimos como forma de dar vida aos sonhos.
“É quando o corpo a corpo com uma obra (proposição, objeto, ação) nos faz perceber que aquilo que vive nela ressoa com algo que vive em nós. Um delicado ou estrondoso acontecimento de corpos pode nos mostrar coisas sobre „isso‟, sobre essa matéria com a qual se configuram as formas: tanto formas estéticas como formas subjetivas.” (Trecho extraído do Texto: Formação, Estética, Saber, Subjetivação, Contemporaneidade de Cyntia Farina)
Caixas, guardados... revelam minhas caixas de alegrias, amigos e afetos, trabalhos realizados, conquistas alcançadas, obras de arte pessoais, o vestido bordado, a renda produzida - com a arte familiar - desejos realizados, lembranças que aquecem o coração, nos constroem para o enfrentamento do cotidiano, das mudanças, pois trazem a certeza de quem somos, dos desejos maiores e dos valores que cultivamos; plantamos o fortalecimento da família e vamos construindo novas caixas; reais e emocionais, para poder vivenciar e guardar momentos de prazer e alegria.
Brincovo
Brincovo é uma construção de um território irreal; um território que dá passagem ao imaginário, o mundo da infância e do brinquedo, que apesar de irreal reporta um tempo real. Traz para o hoje, o tempo de ontem, com tamanha realidade que provoca experiências capazes de afetar, tocar, emocionar o subjetivo do ser. Uma imagem que surge a partir da memória, um território novo, que no reviver é capaz de transformar o olhar para realidade do hoje.
“Um território dá trânsito às intensidades que circulam e constituem a realidade. Mas, às vezes, essas forças são de uma natureza tal, ou atravessam um território com tal velocidade, que o fazem oscilar, provocando pequenos ou grandes desmoronamentos. A esses processos de desmoronamento totais ou parciais do território Deleuze e Guattari chamaram desterritorialização. E ao processo de voltar a constituir um território depois do abalo sofrido pela invasão das forças, chamaram reterritorialização.” (Trecho extraído do Texto: Formação, Estética, Saber, Subjetivação, Contemporaneidade de Cyntia Farina).
domingo, 26 de junho de 2011
Plantas: afetos e subjetividades.

Olhar, admirar plantas de um jardim que tenho construído ao longo de uma década com o auxílio especial de um irmão: José Carlos. Carinho e atenção que chega através da ajuda na organização do canteiro, na poda da planta ou mesmo na muda de lugar buscando uma melhor distribuição estética.
Outra muda veio de outra irmã muito especial: Antoninha , irmã mais velha (irmã só por parte de pai) presente ao longo de minha existência, a quem devo muitas vivências boas, desde a lembrança de ser a sua aia no casamento, até os churrascos nos finais de semana e as festas de Natal.

As plantas que colocamos em nosso jardim falam um pouco dos outros, um pouco de nós, enfim das pessoas que nos ajudam a construir o nosso canto como espaço de aconchego e felicidade.

Termino no pé de goiaba, revela as origens familiares... o gosto e os saberes herdados das tias maternas: a chimia, a geleia, a goiabada e doce da casquinha. Mas, sobretudo, o afeto e a segurança que estas pessoas representam: irmãos, primos, primas e tias. Família extensa - porto seguro - para enfrentar todas as diversidades. As plantas trazem a presença de vocês na minha vida, e quando nelas observo a visita de uma borboleta lembro os que já se foram ou simplesmente o cuidado de Deus.
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